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Governo de Portugal impede venda da vivo à Telefónica

Written by Águia Brasil
junho 30th, 2010

Governo português usa “golden share” para barrar venda da Vivo
Por Elisabete Tavares e Filipa Cunha Lima

LISBOA, 30 de junho (Reuters) – O governo português usou suas 500 “golden share” (ações especiais com direito a veto) na Portugal Telecom para vetar a venda da participação da operadora portuguesa na Vivo para a Telefónica, apesar de a maioria dos acionistas da empresa portuguesa terem votado a favor da oferta de 7,15 bilhões de euros da espanhola, afirmara acionistas.

Dois acionistas da Portugal Telecom afirmaram que a oferta da Telefónica contou com apoio de 74% dos votos representados. Apenas 26% votou contra.

“A oferta da Telefónica foi derrotada. O governo português vetou”, disse Jorge Felix, presidente do sindicato dos trabalhadores da Portugal Telecom na saída da assembleia.

Outro acionista também citou o veto e o placar da votação, que foi mais tarde confirmado pelo presidente da assembleia.

A reunião teve representação de 68% do capital da Portugal Telecom. A Telefónica foi impedida de votar pelo presidente da mesa, ficando sem exercer seus 10% por questão de possível conflito de interesse.

A Telefónica pretendia obter o controle da Vivo, dividido com a Portugal Telecom através da holding Brasilcel para unificar suas operações com telecomunicações fixas e móveis no Brasil em um momento em que a rival América Móvil, do magnata mexicano Carlos Slim, faz o mesmo na América Latina.

Na véspera, a Telefónica aumentou pela segunda vez a oferta pela participação da Portugal Telecom na Vivo. A proposta de 6,5 bilhões de euros subiu para 7,15 bilhões e analistas afirmaram que a elevação havia aumentado as chances de sucesso da companhia espanhola.

A oferta inicial da Telefónica era de 5,7 bilhões de euros, cifra que foi imediatamente rejeitada pelo Conselho do grupo português.

Fonte: Portal UOL

Telefonica é condenada pela Justiça a pagar multa por má prestação de serviços

A Telefônica foi condenada a pagar uma indenização aos consumidores por falhas na prestação de serviços de telefonia, banda larga e TV a cabo em São Paulo. Na ação do Ministério Público de SP, a empresa é obrigada a ressarcir os clientes em até R$ 60 milhões por danos morais e materiais.

Pela sentença da juíza Jane Franco Martins Bertolini Serra, da 40ª Vara Cível da Capital, o valor é o teto máximo a que a condenação pode chegar e o dinheiro deve ser destinado a um fundo de reparação. Cabe a cada um dos consumidores irem à Justiça individualmente cobrar as indenizações, caso tenham sido lesados.

O promotor João Lopes Guimarães Jr. considera o valor pago pela empresa muito pequeno. No ano passado, ele já havia entrado com uma ação para que a Telefônica pagasse R$ 1 bilhão de multa. A Justiça decidiu multar a empresa em um valor menor do que o pedido pelo promotor.

Na ocasião, ele e o promotor Paulo Sérgio Cornacchioni acusavam a empresa de “ineficiência na prestação dos serviços e de falta de atendimento às necessidades dos usuários”.

O promotor diz, em nota, que “essa decisão é um alerta para os fornecedores [empresas] que maltratam os consumidores”.

Entre os problemas apontados pelo Ministério Público estão interrupções e falhas na disponibilidade dos serviços; cobranças indevidas, e não atendimento das solicitações de mudanças de endereço, de reparos, de alterações contratuais e de cancelamentos.

Em nota, a empresa diz que vai recorrer, reconhece os problemas no atendimento e diz que “tem muito a melhorar”.

- Ao longo dos últimos anos, a Telefônica realizou investimentos e ações operacionais que permitiram que a empresa tivesse, em dezembro de 2009, apenas 600 reclamações no Procon-SP. Cinco milhões de seus serviços são consumidos mensalmente por clientes desta mesma região. Isso significa que 1,2 clientes em cada dez mil recorreram a esta instância.

Reclamação do consumidor

Em 2009, a empresa liderou pelo quarto ano seguido o ranking de reclamações do Procon-SP. Foram 15.337 reclamações. A segunda empresa que aparece na lista é o Itaú, com 1.410 reclamações. Eletropaulo Metropolitana (1.340), Sony Ericsson (1.288) e TIM Celular (1.112) vêm em seguida.

Para o secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, Luiz Antonio Marrey, não há como suspender o serviço da companhia porque milhões de consumidores seriam prejudicados.

- É de se lamentar que tenhamos essa situação. A única forma de a empresa mudar isso é fazer o bolso doer [com a cobrança de multa].

Fonte: Portal do Consumidor

Novo Visual

Written by Águia Brasil
abril 6th, 2010

O Águia Brasil está sendo revisado e até o início de maio estará novamente disponível com novas informações e um novo visual, que foi pesquisado levando-se em conta diversos seguimentos religiosos e técnicas milenares como o Feng-Shui.

Posso adiantar que o vermelho, por ser uma cor que expande a agressividade do ser humano, foi totalmente banido de nosso novo layout, que passa a ter uma nova mistura de cores harmoniosas diferentes do antigo verde bandeira e do azul celeste que vem sendo utilizado nos blogs, que também passaram a contar como novo padrão de cores escolhido.

BLOQUEIO DE TELEMARKETING ULTRAPASSA 36 MIL LINHAS

Written by Águia Brasil
outubro 2nd, 2009

Em um mês, 36 mil linhas telefônicas foram cadastradas no bloqueio de telemarketing

A partir de sexta-feira (2), os primeiros 2 mil consumidores cadastrados já não devem mais receber as ligações

O Cadastro para Bloqueio de Recebimento de Ligações de Telemarketing (CBRLT) já totaliza 36 mil linhas telefônicas fixas e moveis em todo Paraná. A legislação estadual, que permitiu que os usuários não recebam telefonemas de institutos de pesquisa e ofertas de produtos e serviços, completou um mês em vigor nesta quinta-feira (1º). As empresas tiveram 30 dias para se adaptar a nova regra e a partir de sexta-feira (2), os primeiros consumidores cadastrados já não devem mais receber as ligações.

De acordo com a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor (Procon-PR), 20 mil consumidores já buscaram o serviço. O total de linhas bloqueadas chega a 36 mil, pois os usuários podem cadastrar até três números. Em 1º de setembro, dia do lançamento do sistema de bloqueio, cerca de 2 mil usuários se inscreveram. Estes são os primeiros que devem ser excluídos das listas das empresas de telemarketing.

O Procon-PR orienta que o consumidor tem de contar 30 dias depois do cadastro efetuado. A partir daí, caso receba uma ligação de telemarketing, deve anotar data, nome da empresa prestadora do serviço e registrar ocorrência no órgão de defesa.

A empresa que desrespeitar o cadastro poderá ser autuada, ficando sujeita às sanções previstas pelo Código de Defesa do Consumidor, com multas cujo valor varia de R$ 212 a R$ 3,192 milhões. A medida vale tanto para empresas de telemarketing sediadas no Paraná quanto para aquelas instaladas em outros estados.

O bloqueio também valerá para ligações efetuadas por partidos políticos ou candidatos em períodos eleitorais. Ficam de fora das restrições apenas as entidades filantrópicas que usam o telefone para angariar recursos.

Cadastro

Para se cadastrar o consumidor pode acessar o site do Procon-PR, ligar para o telefone 0800-411512 ou ir pessoalmente em qualquer uma das 42 sedes municipais do órgão de defesa do consumidor no estado. É preciso informar o nome completo, RG, CPF, endereço, CEP, e-mail, além dos números de telefone que serão bloqueados.

O sistema é gratuito e funciona para qualquer linha fixa ou móvel do Paraná, com o código DDD entre 41 e 46. Somente o titular da linha poderá se cadastrar. Ele também pode, a qualquer momento, solicitar a sua retirada desse cadastro, se assim o desejar.

De acordo com a lei que institui o sistema, de autoria do deputado Marcelo Rangel (PPS), o cadastro foi inspirada em um modelo que vigora nos Estados Unidos, chamado Do Not Call. No Brasil, o primeiro estado a implantar o cadastro foi o de São Paulo, onde o sistema funciona desde o dia 27 de março. Em menos de uma semana, 100 mil pessoas se inscreveram no bloqueio em São Paulo.

Na Câmara dos Deputados, em Brasília, um projeto de lei que prevê a criação de um cadastro nacional com o mesmo objetivo aguarda análise da Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) desde setembro de 2008, ainda sem previsão de votação.
Fonte: Gazeta do Povo

Ferroanel Metropolitano Paulista

Written by Águia Brasil
setembro 2nd, 2009

Secretário fala sobre Ferroanel em CPI

01/09/2009 – Jus Brasil

A CPI que apura a situação do sistema ferroviário no Estado de São Paulo recebeu nesta terça-feira, 1º/9, o secretário dos Transportes, Mauro Arce. Ele falou sobre os planos e as responsabilidades do governo estadual em relação a essa modalidade de transporte. O secretário destacou o projeto do Ferroanel, ligação ferroviária entre as principais linhas que cortam a Região Metropolitana de São Paulo, cujas obras devem ser financiadas com recursos dos governos estadual e federal e da iniciativa privada.

O tramo norte do Ferroanel está incluído no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). Entretanto, segundo Arce, a participação do setor privado depende de financiamentos. O BNDES colocará no máximo R$ 130 milhões para financiar as empresas que desejam participar do projeto.

Quanto ao trecho sul, fundamental para o transporte de carga destinado ao Porto de Santos, o secretário enumerou as possibilidades de utilização de alguns ramais existentes e inutilizados. Esse tramo passará por Suzano, Rio Grande da Serra e a Estação Evangelista de Souza, da antiga Sorocabana, fazendo a ligação com a Santos-Jundiaí.

O secretário destacou a importância do tramo sul lembrando que o Porto de Santos, que hoje movimenta 80 milhões de toneladas de carga, atingirá na próxima década o volume de 200 milhões de toneladas. “Imaginem todo esse volume sendo transportado por caminhões”, ponderou Arce.

Atualmente, 90% do transporte de carga no Estado de São Paulo se concentra nas rodovias. A projeção do governo paulista é que esse índice caia para 67% até 2025. Para isso, a matriz de transporte precisa incorporar de maneira rápida modalidades como as ferrovias, hidrovias e dutovias.

Uma das dificuldades apontadas por Arce em relação à malha ferroviária existente na Região Metropolitana é a disputa entre transporte de carga e de passageiros nas mesmas linhas. Os dois tipos são, em geral, incompatíveis. E nas linhas metropolitanas, o transporte de passageiros está sendo privilegiado, enquanto o transporte de carga precisa ser feito durante a madrugada. Por isso, a importância do Ferroanel, para evitar que o transporte de carga passe pelo centro da cidade.

Já em relação aos ramais existentes no interior do Estado, a situação é diferente. “Não dá para imaginar que possamos realizar o sonho de sairmos como passageiros de Panorama e chegar a São Paulo em um trem. É muito difícil isso acontecer”, prevê Arce. Para ele, alguns ramais do interior, pouco ou nada utilizados, como os de Piracicaba e do Vale do Ribeira, poderiam ser revitalizados para incrementar o transporte de diversos produtos.

Os deputados Mauro Bragato (PSDB), Célia Leão (PSDB) e José Zico (PT) perguntaram ao secretário qual é a proposta do governo do Estado para o futuro das ferrovias. O secretário disse que, além do envolvimento direto do governo com o Ferroanel, há estudos em curso no âmbito da Secretaria do Desenvolvimento que preveem alterações na matriz de transporte do Estado.

“Para o transporte de carga, a ferrovia é essencial. Precisamos de uma equação para o financiamento de projetos, cujo modelo deve se basear na participação do estado e da iniciativa privada.” Arce reconhece, no entanto, que o setor privado tem interesse focado em linhas com grande intensidade e densidade de carga. Segundo ele, é preciso que sejam criadas condições para que o capital privado se interesse em investir no setor. Por isso, a importância de um março regulatório que garanta rentabilidade e segurança aos investidores, bem como os direitos dos usuários.

O secretário disse que é preciso existir um plano para o setor e que a CPI pode ser um instrumento para a consolidação de uma política para o transporte ferroviário.

“Precisamos de um plano. Ele tem de existir e os governos devem se empenhar para isso. Esta comissão é uma oportunidade de envolver todos os setores nesse projeto.”

Os deputados Davi Zaia (PPS) e Hamiton Pereira (PT) manifestaram preocupação com o patrimônio das ferrovias estaduais, que em 1995 passaram para o controle da União. O secretário Mauro Arce disse que sua secretaria não tem nenhuma responsabilidade sobre o patrimônio das ferrovias, mas que o assunto deve ser tratado em conjunto por representantes dos governos estadual e federal.

Liminar deu ganho de causa à Comissão de Defesa do Consumidor. Oi, Tim, Vivo e Claro, que ainda não foram intimadas, podem recorrer.

As quatro empresas de telefonia móvel que operam os serviços de internet 3G (banda larga) vão ter de testar os computadores dos usuários e verificar o sinal nos locais onde serão mais utilizados antes de vender os serviços. A decisão de liminar concedida pela juíza Fernanda Galliza do Amaral, da 4ª Vara Empresarial, que deu ganho de causa à Comissão de Defesa do Consumidor a Assembleia Legislativa (Alerj).

De acordo com a assessoria do Tribunal de Justiça, as empresas Oi, Tim, Vivo e Claro, que ainda não foram informadas oficialmente da decisão da ação civil pública, terão dez dias para entrar com recurso.

A sentença dada no dia 25 de agosto só passa a valer depois que Oi, Tim, Vivo e Claro forem notificadas. Elas não se pronunciaram a respeito da liminar.

Reclamações desde 2007

De acordo com o advogado Paulo Girão Barroso, da comissão, desde o final de 2007 aumentou sensivelmente o número de reclamações de consumidores que contratavam um serviço que não recebiam.

Eles tinham de comprar um modem e pagar a mensalidade, mas, por problemas como incompatibilidade com o computador do usuário ou falta de sinal, o serviço não era acessado pelos consumidores ou a conexão se dava numa velocidade muito inferior à contratada. E quando pediam para cancelar o serviço, os consumidores tinham de pagar multa recisória. Ou seja, tinham um duplo prejuízo”, explicou Girão.

O advogado acredita que, mesmo que as empresas entrem com recurso no tribunal, a decisão da juíza deverá ser mantida. Na sentença, ela diz que as empresas que não cumprirem a intimação, serão multadas diariamente em R$ 2000, por cada evento.

Fonte: Portal do Consumidor

Cinco anos da Biblioteca do Metrô paulistano

Written by Águia Brasil
setembro 1st, 2009

Biblioteca do Metrô completa cinco anos

Nesta terça-feira (1º/09), a primeira biblioteca “Embarque na Leitura”, do Metrô, inaugurada no dia 1º de setembro de 2004 na Estação Paraíso, completa cinco anos de atividade. Nos anos seguintes, foram entregues as unidades das estações Tatuapé (1º/09/2005), Luz (1º/09/2006), Largo Treze (06/12/2007) e Santa Cecília (07/05/2008). Nesse período, as cinco unidades reuniram 38.335 sócios, que já tomaram de empréstimo 374.335 mil livros.

“O projeto Embarque na Leitura, que tem como objetivo facilitar o acesso das pessoas à leitura, tem atendido plenamente as nossas expectativas”, afirma Marcello Borg, gerente de Comunicação e Marketing do Metrô. No dia 2 de junho deste ano, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) inaugurou a sua primeira biblioteca na estação Brás, uma das mais movimentadas do sistema metroferroviário.

Como se cadastrar

Para se cadastrar o interessado deve apresentar original e cópia do documento de identidade, comprovante de residência e uma foto 3×4. Menor de 12 anos deve estar acompanhado do responsável. Pode ser retirado um livro por vez, que deverá ser devolvido no período de 10 dias, em qualquer horário, na mesma unidade. O empréstimo é gratuito e pode ser feito de segunda a sexta-feira, das 11h às 20h.

Atualmente, o acervo total das cinco bibliotecas no Metrô é de 17.250 livros. O projeto Embarque na Leitura, realizado em parceria com o Instituto Brasil Leitor, conta também com uma diversificada agenda de atividades ligadas à literatura como tardes de autógrafos, conversas com escritores, contadores de histórias, entre outras.

Fonte: Revista Ferroviária